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Histórico

Publicado: Quinta, 13 de Agosto de 2015, 02h18 | Última atualização em Sexta, 21 de Agosto de 2015, 10h43 | Acessos: 915

Histórico da 10ª Brigada de Infantaria Motorizada

No início da década de 70, o Exército Brasileiro sofreu uma profunda transformação em sua doutrina de emprego, evoluindo de Base Regimental-Divisionária, estruturas sob as quais combatera na 2ª Guerra Mundial, para uma nova organização tática, mais adequada às áreas operacionais do contingente sul-americano.

A partir desses novos conceitos surgiram as Brigadas de Infantaria e de Cavalaria. Assim, dentro da citada evolução, em 17 de agosto de 1973 (Decreto do Presidente da República Nr 72.637, de 17 Ago 73), foi criada a 10ª Brigada de Infantaria Motorizada, ocupando sede provisória na Rua do Hospício, junto ao Comando da 7ª Região Militar e 7ª Divisão de Exército.

Foi ativada em 10 de março de 1976, com a nomeação do primeiro Comandante, Gen Bda GABRIEL D’ANNUNZIO AGOSTINI. A 10ª Brigada de Infantaria Motorizada ocupou as instalações do atual Quartel-General do Curado, em 26 de novembro de 1976, recebendo a área do antigo Instituto de Pesquisa Agrícola do Nordeste, órgão do Ministério da Agricultura. Em reconhecimento aos relevantes serviços prestados a Pátria, a Bandeira do Comando da 10ª Brigada de Infantaria Motorizada recebeu em solenidade realizada no Quartel-General do Comando Militar do Nordeste, a Insígnia da Ordem do Mérito Militar, concedida por Decreto do Presidente da República, datado de 31 de julho de 1986. Herdeira das tradições dos terços que combateram nos Montes Guararapes, recebeu o estandarte e a denominação histórica de “BRIGADA FRANCISCO BARRETO DE MENEZES” (Portaria Ministerial Nr 397, de 16 Ago 94, numa justa homenagem àquele insigne Mestre-de-Campo.

    Foi BARRETO DE MENEZES que, enquadrando a força patriota composta de FELIPE CAMARÃO, HENRIQUE DIAS, FERNANDES VIEIRA, DIAS CARDOSO E VIDAL DE NEGREIROS, enfrentou com audácia e abnegação o exército flamengo, conquistando memoráveis vitórias em Guararapes, tornando-se conhecido como Restaurador de Pernambuco. Da 10a Brigada, partiu, também, o primeiro contingente brasileiro (19 Set 95) a serviço das Nações Unidas, tendo a responsabilidade de representar o Brasil em solo estrangeiro (ANGOLA), como Força de Paz. Por terem alguns de seus integrantes, conhecido a devastação de uma guerra, adquiriu a Brigada condições de legar aos mais novos a certeza de que, muito mais do que o seu emprego na guerra, o preparo permanente para garantir a paz deve ser o objetivo de sua existência.

 

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